Quando nossas atitudes não são aprovadas, tornamo-nos adversários de Deus, ou seja, anulamos a atuação de Deus em nossa vida, em nosso histórico, em nossa família. É isso o que está escrito em Naum 1:2, que diz: “O Senhor é um Deus zeloso e vingador; o Senhor é vingador e cheio de indignação; o Senhor toma vingança contra os seus adversários, e guarda a ira contra os seus inimigos.”

Muitos se perguntam por que algumas situações não vão bem em casa e ficam procurando alguém para culpar na tentativa de justificar suas falhas. O fato é que essas pessoas esquecem que Deus é justiça e tudo Ele vê.

Há quatro preceitos que fazem parte da vida de um homem e envolvem a família:

1. Ser justo

Precisamos andar conforme a justiça, a razão e o direito. Isso significa uma vida de retidão, imparcialidade, integridade. Existe uma finalidade no ser justo, que é ser exato, preciso. Temos que observar exatamente os Princípios Bíblicos para não andarmos debaixo de conceitos errados, como querer ser agradável às pessoas apenas para receber aplausos, para que nos reconheçam e até nos respeitem. Devemos ser justos para que não entremos em erros que venham prejudicar o Reino de Deus e, consequentemente, nossas vidas e família.

2. Viver como justo

Para quê devemos viver como justos? O que nos leva a viver como justos? O amor e o respeito que temos por Deus e pela família. É o que nos motiva e nos faz ver que vale a pena guardar alguns sentimentos, enfrentar algumas situações para viver em justiça e retidão. Muitas vezes, até temos vontade de falar tudo o que pensamos, mas nos deparamos com o fato de que existe em nós uma nova maneira de pensar, andar e agir. Nós não podemos decepcionar a Deus nem aqueles que andam conosco e acreditam em nós.

3. Andar como justo

Muitos são os questionamentos que nos vêm à mente: Por que temos que andar como justos e para quem temos que andar como justos? Vale a pena fazer as obras de um justo? Para responder a essas perguntas, devemos compreender que há dois tipos de conhecimentos:

· Conhecimento natural

Qualquer um pode exercer justiça. Como os juízes, por exemplo, que cuidam da justiça deste mundo com respaldo e responsabilidade. Esta é uma justiça natural.

· Conhecimento espiritual ou sobrenatural

Essa é a justiça que excede a do homem. Existe até um adágio popular que diz que a justiça de Deus tarda, mas não falha.

O conhecimento da justiça natural é aquele que faz com que erremos ou tomemos atitudes no campo natural. Mas a justiça sobrenatural é aquela regida por Deus e que nos faz além de justos, justificados. Um homem só pode ser justificado pela fé e por ela tem paz e comunhão com Deus (Romanos 5:1,2).

A nossa família precisa conhecer a justiça de Deus? Se Deus trabalhasse apenas na justiça, a nossa família mereceria a salvação dEle? Não. Não se equivoque. Nós não somos justos, porque resolvemos ser bonzinhos, mas porque Aquele que é Bom resolveu nos tornar justos pela fé.

Qual é a diferença, então, entre um homem justo e um homem justificado? Qual é a diferença entre uma família de justos e uma família de justificados? O que é a essência para essa justificação? A diferença está em saber que o homem justificado passou pelo Calvário e, por isso, perde a alternativa de viver como homem injusto, como homem infiel, porque agora ele conhece a Deus e não pode mais viver qualquer tipo de vida. A vida dele tem que ser irrepreensível. (II Pedro 3:14).

Continua...

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Plano de Leitura Bíblica

25 Mai
Josué 11
Isaías 15
II Timóteo 1

26 Mai
Josué 12
Isaías 16
II Timóteo 2
27 Mai
Josué 13
Isaías 17 e 18
II Timóteo 3 e 4
28 Mai
Josué 14
Isaías 19
Tito 1 a 3
29 Mai
Josué 15
Isaías 20 e 21
Filemom 1
30 Mai
Josué 16
Isaías 22
Hebreus 1 e 2
31 Mai
Josué 17
Isaías 23
Hebreus 3 a 5