MINISTRAÇÕES
Consolidando uma Geração
Apóstolo Renê Terra Nova
Foto: Maiko Mendonça   
Gênesis 37; Gênesis 39

A Bíblia apresenta, primeiro, a geração de Jacó, mas por que, se Esaú era o primogênito? Porque quando se entra em desonra, perde-se o legado.

Aparece Tamar, liderando 12 homens no deserto. Havia um domínio sobre o povo na terra de Havilá, onde se encontra o Monte Sinai. Ali, em uma comunidade muito antiga, eles denominaram Esaú como o urso devorador, por causa do seu pelo.

O urso tem uma neurose por carne e por mel. O urso é um demolidor, um destruidor. Dentro da sua neurose troca carne por mel. O urso tem uma dependência por doce. Eles destroem as casas, os carros que estão dentro dos parques por causa de mel. A mordida de um urso equivale ao peso de 700 quilos.

O veneno que está matando a geração do refrigerante tem como símbolo, o urso. O urso é inimigo da sua mente. A Bíblia diz que do nosso território manará leite e mel, por isso o urso está rondando o nosso território. O urso está na rota do néctar no território do justo. Cuidado!

Assim como as sete potências que querem destruir Israel são chamadas de ursos, estamos em uma guerra ferrenha contra o urso. Esaú era chamado o urso de Havilá. Ele teve o privilégio de ter uma equipe de 12, liderada por Tamar (Gênesis 36:15-18). Eles foram adestrados para trabalhar e usavam estratégias para isso.

Todos os lugares altos foram dominados por Esaú. Todos os povoados foram dominados por ele; ele era dominador. Eles criavam bloqueio de rota, não permitiam que os descendentes de Abraão entrassem na terra prometida, chamada Canaã.

Quem morava em Canaã era Ló. Canaã era promessa de Deus para Abraão e não para Ló. Abraão foi para os carvalhais de Manre, até Deus mandar saraiva e fogo, tirar Ló de lá às pressas, para depois entregar a Abraão. A mulher de Ló, que poderia ter sido o sinal da fidelidade para gerar uma descendência poderosa, ficou paralisada, porque sal na Bíblia representa fidelidade. Houve incesto e nasceram os moabitas, debaixo de imoralidade.

Quando Deus purgou Canaã, antiga terra dos inimigos de Deus, foi porque a terra era imoral, contaminada por homossexualismo, a ponto de quererem ter relacionamento com os anjos. Era uma terra prometida, mas que havia imoralidade; o povo era pervertido.

Quando Cam, o filho de Noé viu a nudez do pai, a terra tornou-se maldita, porque Noé amaldiçoou a descendência do filho. Cam zombou da nudez do pai e teve uma cidade gerada com um espírito homossexualizado.

Homossexualismo é abominação ao Senhor, assim como o deitar com animais, bestialismo. Por isso, Deus precisa mudar a história desta geração. Em meio a tanta imoralidade, precisa abundar a graça do Deus Todo Poderoso.

Abraão tomou posse da nova Canaã. E Esaú fazia caravanas para não permitir que ninguém passasse. A segunda geração de Esaú nos faz descobrir que ele tinha caravanas destruidoras. Os que passavam por Havilá eram saqueados e oprimidos. Eles faziam terrorismo e enriqueceram de forma desonesta.

Esaú teve a 1ª geração, 12 príncipes (Gênesis 36:15-18); depois teve a 2ª geração, oito príncipes (Gênesis 36:31-19); 3ª geração, 10 príncipes (Gênesis 36:40-46), 4ª geração, 1 rei, depois não teve a quinta geração, porque onde há uma maldição, há extermínio. Deus ativa a sua memória na promessa.

Todas as vezes que a Bíblia cita Esaú, é com desprezo, porque Deus não permite que a imoralidade prossiga no arraial dele. Em Malaquias 1:1-4, Deus diz: “Eu vos tenho amado, diz o Senhor. Mas vós dizeis: Em que nos tem amado? Não era Esaú irmão de Jacó? Disse o Senhor; todavia amei a Jacó. E odiei a Esaú; e fiz dos seus montes uma desolação, e dei a sua herança aos chacais do deserto. Ainda que Edom diga: Empobrecidos estamos, porém tornaremos a edificar os lugares desolados; assim diz o Senhor dos Exércitos: Eles edificarão, e eu destruirei; e lhes chamarão: Termo de impiedade, e povo contra quem o Senhor está irado para sempre.”

Quando Deus ama, ama; quando Deus rejeita, rejeita. Ai daquele a quem Deus rejeita. Esaú, um urso de Huorr, chamado urso perverso. Por isso Deus diz que a perversidade dele seria registrada de memória em memória. Como Esaú, outros homens também são narrados como Alexandre, o Grande, conhecido por sua imoralidade.

Sabemos que a síndrome de Esaú é repetitiva para quem não teme a Deus e brinca com as promessas de Deus para fazer a sua própria rota e caminhar pela própria vontade. Mas nada diante de Deus fica esquecido.

Para você representar a Deus e às autoridades, precisa ser por legitimidade, direito, não pode ser por escolas particulares, por mentes de rebelião, fazendo próprias rotas. Não somo como filhos de Esaú, não nos alimentamos com o mel de ursos. Porque o urso é dependente de mel.

Esaú tinha um comportamento neurótico, caminhava pelas verdades estabelecidas por ele mesmo. Como alguns que chegam a comprometer a Palavra e a essência de Deus. São como Esaú.

Já sabemos que Esaú fez escolhas terríveis na vida, desde as mulheres que escolheu como à perseguição ao irmão Jacó. Mas houve um rei, com o qual Esaú fez aliança, mesmo sabendo que era um rei que havia feito guerra contra seu avô, Abraão (Gênesis 14:6).

Quando estamos presos aos nossos próprios interesses, fazemos alianças que nos beneficiam. E mesmo que elas prejudiquem os descendentes não nos preocupamos, por causa dos interesses particulares. Quem conhece a liberdade, não pode ficar preso às alianças espúrias.

Precisamos estar blindados. A unção nos blinda e nos faz cúmplices das coisas de Deus e não de coisas particulares. Esaú tomou decisões equivocadas, esquecendo-se de que as decisões do presente definem o futuro. Você nunca terá o que quer se não fizer o que você nunca fez.

A decisão de Esaú fez com que gestasse, no futuro, inimigos da verdade e dos princípios. Quando nos precipitamos, fazemos alianças que não apenas nos prejudicam, mas também prejudicam nossos descendentes.

Esaú teve uma pocilga porque mudou o coração. Toda a geração dele foi paralisada. Não nasceu a quinta geração. Deus disse que amou Jacó e aborreceu Esaú. Deus não é volúvel, até mesmo a Sua generosidade e benevolência têm limites. A Bíblia diz que de Deus ninguém zomba.

Esaú teve uma descendência competitiva, foram flecheiros, amargos e perversos. Ele perdeu o princípio que fora inculcado. Toda a descendência de Esaú tornou-se inimigos dos pais, das comunidades, entre eles. Todos sabiam que não podiam passar pela região do urso perverso. Seus filhos foram gerados para um governo perverso.

Os filhos de Esaú mentiam, roubavam e matavam. Tudo o que faziam tinha um peso de desonestidade.  Esaú era mentor de principados, mentor de governos de mente, governo desonesto que não tinha a bênção de Deus. Deus resolveu parar isso através de Jesus, a Verdade e a Vida.

Você não pode andar como Esaú, você tem que andar nos passos de Deus para ter conquistas verdadeiras. Onde houver edomeus na sua direção, saiba que o Senhor lhe dará vitória para chegar à terra prometida e não ser parado no meio do caminho pelos ursos.

Esaú possuía uma mente brilhante só para matar, roubar, exterminar. Ele era organizadíssimo. Ele chamava os 12, mostrava as estratégias e cada um sabia, exatamente, o que deveria fazer. Eram os edomeus.

A Igreja está cheia de edomeus, mentes maquinando, sem temor a Deus e aos líderes, querendo saber qual é a sua parte, possuídos por perversidade, imoralidade. Como Esaú que organizava os territórios por geografias, escolhendo como tomariam posse.

Nós não somos descendentes de Esaú. Não podemos matar, destruir, só para prevalecer. Não há conquistas verdadeiras de territórios se eles são roubados. Não podemos traumatizar as pessoas para conquistar territórios. Quando isso acontece, a conquista não é verdadeira.

Onde há infidelidade, há desonra. Onde há desonra, a história para. A história da desonra não tem segmentos, mas ensaios. Os que cometem desonras, trancam-se em cadeias, grades particulares. Onde há fidelidade, há honra. Onde há honra, a história tem começo, mas não tem fim, nunca param de conquistar porque o caráter da honra está impregnado no caráter.

A Bíblia registra muito mais sobre a história de Jacó do que sobre Esaú. Jacó honrou a memória dos seus pais, dos seus líderes, daqueles que foram mentores sobre ele. E a Bíblia narra a história de Jacó, mostrando José aos 17 anos. O texto revela que somos chamados e os nossos filhos conquistam. Onde está a fidelidade, está a honra.

Por isso, afirmo que consolidação é uma ferramenta de honra. A memória de honra tem que ser ativada em cada um de nós. Jacó é igual a honra; honra é igual a sonho; sonho é igual a conquista; conquista é igual a reino. Jacó gerou pastores.

Dentro da sua equipe há um José. Se não for você, é porque você é Israel. Toda a guerra de José era para ver o pai novamente. Quando disseram a Israel que José estava vivo e reinava, ele teve uma parada cardíaca, mas por amor ao filho não morreu. Porque quando temos uma visão não morremos até vermos a bênção diante dos nossos olhos.

Você não morrerá, mas terá seus sonhos ressuscitados diante de Deus. Jacó ressuscitou para ver sua descendência. Você não está atrelado ao urso, mas ligado diretamente a Deus.

 

 
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