MINISTRAÇÕES
Consolidar, uma ferramenta de honra
Apóstolo Renê Terra Nova 
Foto: Maiko Mendonça   
“Ora, sendo Esaú da idade de quarenta anos, tomou por mulher a Judite, filha de Beeri, heteu, e a Basemate, filha de Elom, heteu. E estas foram para Isaque e Rebeca uma amargura de espírito.” (Gênesis 26:34,35) 

Deus tem uma palavra direcionada para nós. A consolidação é uma ferramenta de honra. E a honra é um princípio que abre portas para o êxito. A honra, quando aplicada, é uma moeda de destino que o futuro reverencia. 

Todas as pessoas que honram têm direito a legados. Quem honra pai e mãe, viverá dias longos sobre a Terra. A honra é uma promessa da boca de Deus. A consolidação é uma honra e uma sabedoria. 

A Bíblia diz em Provérbios 11:30, que aquele que ganha almas é sábio. Quem consegue plantar uma vida no Reino e ensinar o caráter do Reino a essa vida possui a sabedoria do Alto. Porque consolidar alguém é entrar em um universo diferente. As pessoas não são iguais na forma como falam, vestem, calçam, comportam-se, comem. Algumas têm tipos sanguíneos diferentes. E como somos diferentes, precisamos de habilidades para discipular. 

Cada indivíduo é um mundo particular. E precisamos ser sábios para entrar na rota da sabedoria para consolidar. Cada pessoa consolidada se torna uma probabilidade de honra na sua direção. Elas tornam-se, eternamente gratas, quando consolidadas. 

Para você consolidar uma vida, você precisa estar disposto a ir à direção dela, quando ela ainda não é nada, para que se torne consolidada em Cristo. Então, você será honrado, porque levou libertação, cura, restauração e mudou a história de vida de alguém. 

Todo discipulador é um consolidador que tem a ferramenta da honra. A consolidação do presente devolve uma honra no futuro. Quando você se dispõe a consolidar uma vida, você está mais que apresentando Jesus a ela, você está inserindo o caráter de Cristo. 

Existem coisas que não são do seu conhecimento, que você não está se dando conta, mas está  levando a preciosa semente do Evangelho e, no futuro, receberá  a honra pelo seu penoso trabalho. Deus é Bom, é extremamente Fiel. O Senhor nos honrará. Quer uma prova do quanto Deus já o honrou? É só você lembrar onde estava e quem você era. Agora veja onde você está e quem você é. Sua condição mostra e lhe faz entender o preço de uma consolidação. 

Esaú  

Porém, a Bíblia diz que existem pessoas que são consolidadas e prestam desonra na direção do consolidador. Esaú teve uma educação perfeita. Seus pais geraram os filhos em oração. Jamais imaginariam que a gravidez seria complicada. Mas Rebeca deu sinais de complicações. Deus disse a eles que os filhos que estavam no ventre dela eram gêmeos, que o mais novo estava agarrado ao calcanhar do mais velho e que os dois seriam nações poderosas. 

O primeiro nasceu com a pele coberta de pelos vermelhos, e foi chamado Edom, Esaú. O segundo nasceu segurando o calcanhar do irmão e recebeu o nome de Jacó (Gênesis 25:19-26). E Deus disse que o menor reinaria sobre o maior. 

Não adianta querer entender a mente de Deus. Não fique se perguntando onde está Deus quando as coisas ruins acontecem ou quando as pessoas morrem. Um dia um pai perguntou: Onde estava Deus quando meu filho morreu? Um pastor respondeu: Saiba que Ele estava no mesmo lugar quando o Filho dEle morreu. Há momentos e circunstâncias que não compreendemos. 

Esaú cresceu sendo também conhecido como Edom, vermelho. Os que nascem em Edom, descendentes de Esaú são edomeus. Descobrimos que no dia em que Yeshua morreu, um edomeu estava no trono, chamado Herodes. Herodes era vergonha para Israel. Ele cometeu um dos maiores genocídios da história, quando matou as crianças de 0 a 2 anos de idade. Ele não permitia que Israel tivesse a liberdade de cultuar ao Deus Todo Poderoso. 

Esaú quebrou o princípio da honra e se tornou em amargura para seus pais, seus líderes, Isaque e Rebeca. Quando perdemos a visão da honra, negociamos a unção por um prato de lentilhas (Gênesis 25;27-34). Mas nascerá uma geração consolidada que não negociará a unção com nada neste mundo. Porque nós não estamos à venda. Somos um povo inegociável. 

Não somos edomeus. A Bíblia diz que Herodes se levantou, como descendência de Esaú, para humilhar o povo de Deus. O nome Esaú na história ficou como amargura para os seus líderes. Quando você perde a visão se torna amargura para os líderes. 

A Bíblia diz que ele se tornou em amargura de espírito para os pais. O que é uma pessoa amarga? Avalie você mesmo. Quando quebramos os princípios que nos são ministrados, começamos a entristecer o coração dos líderes, dos consolidadores, dos Pastores. 

Só há uma maneira de anular a consolidação: entrar na rota da desonra. As pessoas possuem a habilidade de fazer mais registro das coisas ruins do que das coisas boas. Você acha que Esaú, com 40 anos de idade, não possuía registros bons em sua vida? Claro que sim. Mas o ato de desonra anulou todos os atos bons que um dia ele fizera. 

As duas mulheres que ele arrumou, no meio do caminho, fizeram com que Esaú fosse lembrado pelas calamidades que vieram na sua direção. Somos criaturas de registros. Os pais, Isaque e Rebeca, não mereciam esta afronta do filho Esaú. 

Todos nós temos afirmado que discipulado é como gestar filhos, então, como filhos, não podemos virar edomeus na vida dos nossos líderes e trazer amargura, tristeza e perplexidade por causa de confusão. 

O estigma que ficou, o estereótipo que ficou, foi amargura sobre a vida de Esaú. O problema da desonra não é o presente, mas o futuro. Quem diria que o maior perseguidor do Messias seria um descendente de Esaú, na figura de Herodes. 

Por causa daquelas mulheres pagãs, que não tinham aliança com o Deus de Israel, Esaú se contaminou. Esaú afrontou toda a sua descendência por causa de duas mulheres. Às vezes, desonramos autoridades que estão sobre nós por coisas tão pequenas. Mas é porque a desonra não tem limites. 

Quando Esaú poderia imaginar que aquelas mulheres dariam filhos que iriam para o trono perseguindo Jesus. Então, lembre-se de que a desonra que você faz no presente leva a sua descendência ao trono da desonra no futuro. O final da desonra de Herodes foi morrer comido por bichos. A desonra levou Yeshua para a Cruz. Deus matou a desonra e ressuscitou a honra, Yeshua. 

Quando somos consolidados, a desonra sai do nosso arraial. Consolidação é uma ferramenta de honra. Onde há desonra tem que haver arrependimento. Desonra de familiares contra familiares têm que haver perdão. Desonra de 12 para com o mentor tem que haver perdão. O futuro obedece a uma semente plantada. 

Deus disse que a desonra não continuaria viva e matou a desonra. Herodes morreu comido por bichos, diante de todos. Ainda há tempo de corrigir, para que você não coloque no trono o perseguidor do que você mais amou. 

Deus havia prometido que Esaú  e Jacó seriam pais de nações fortes e poderosas. Israel se tornou uma nação forte e poderosa. Até hoje Israel está aí, por cabeça e não por cauda. Jacó cruzou um deserto para obedecer aos seus pais e não escolher mulher dentre o povo em que moravam. 

Abandonando a desonra 

Os espíritos consolidadores da desonra têm que soltar a nossa vida e o nosso caráter, porque somos líderes de honra e formaremos discípulos honrados. Até quando essas síndromes irão povoar a alma do povo de Deus? Somos responsáveis pela resposta do futuro. Muitos pensam que podem agir incorretamente no presente, como se o fruto não fosse aparecer no futuro, mas aparecerá. 

Há desonra que é ilegítima, quanto a essa, não se preocupe, o Dono da honra irá lhe honrar. Ele destilará honra para a sua vida. Honra é promessa da boca de Deus. Se você entende princípios, você tem o direito de invadir o reino espiritual com legitimidade para que Deus levante um povo, debaixo de um manto que não é negociado. 

Não nos tornaremos amargura para os líderes que nos cobrem. O Senhor está desenhando algo novo para homens e mulheres que agem segundo o Seu coração. Estes serão honrados porque vivem para honrar a Deus e as pessoas.

 

 
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