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Atualizado em 2009-10-16
Retrospectiva Israel 2009
Ir a Sião é sempre motivo de muita alegria, emoção, cumprimento de palavras proféticas, mas também de muito, muito desafio. Mas os desafios não são nunca maiores do que as promessas do Deus Todo Poderoso. E foi isso que a Caravana Terra Nova Group pôde comprovar no ano de 2009.

Aproximadamente 750 pessoas fizeram parte da Caravana do Apóstolo Renê Terra Nova em 2009. Destas, 500 foram pelo Egito, nação escolhida por Deus, mas rejeitada, ainda, por um breve período, por alguns que não entendem as profecias que o Senhor tem para essa nação, chamada por Deus de nação amada, “Meu querido Egito.” O Egito também é lugar de promessa divina. Os que passam por lá podem comprovar as mudanças vividas dia após dia na nação, confirmando que o Egito também faz parte do povo de Deus. Em Isaías 19:21-25 e em Zacarias 14, há uma conclamação para que os egípcios subam e celebrem a Festa dos Tabernáculos.

O Apóstolo Renê tem sempre ministrado palavras de bênçãos sobre o Egito, permitindo assim que mentes sejam transicionadas a compreender a Palavra de Deus e as promessas do Senhor para este povo. Os peregrinos podem comprovar que essa nação não representa pecado, como ensinado por alguns, mas que é lugar também da manifestação do poder de Deus. “O Egito não é sinônimo de pecado, nem de escravidão, nem de maldição. O Egito é lugar de provisão divina. Aqui Deus sustentou patriarcas, profetas e o próprio Messias”, ministrou o Apóstolo.

Uma das experiências muito marcantes no Egito é subir o Sinai, lugar onde Moisés recebeu as tábuas da lei. “Só sobe o Sinai quem tem um propósito e está decidido a vê-lo cumprido.” Com essas palavras, os peregrinos foram incentivados a não desistirem durante todo o percurso de 13 km de caminhada.



Além do Sinai, somente quem vai pelo Egito tem o privilégio de fazer a rota dos hebreus, em aproximadamente 12 horas, quando o povo fez em 40 anos. É possível aprender que deserto é para ser atravessado, experimentando da provisão de Deus, encontrando as fontes de água, as palmeiras e ser guiado por uma nuvem de dia e de noite. Em meio a tanto aprendizado e experiência pessoal na travessia do deserto, nas Fontes de Mara, os peregrinos se encontram para receber a primeira ministração do Apóstolo Renê e ser ensinados que só experimenta de águas doces quem vence a murmuração.

O Apóstolo Renê expôs em sua ministração sobre a decisão de caminhar com o líder removendo de si toda a amargura e compreendendo os momentos difíceis que o líder também enfrenta. Explicando sobre o companheirismo de Rute e Noemi, ele disse: “Quando entendemos o poder da aliança não abandonamos o líder, mesmo nos momentos difíceis. Somos como Rute que continuou a caminhada com a sogra Noemi, que havia se transformado em Mara, e fez com que ela voltasse a ser doce. Que você seja como Rute. Que você tenha o caráter do Messias na sua vida para transformar toda amargura em doçura.”

Ao entrar em Jerusalém, os 15 ônibus, assim distribuídos, puderam experimentar de um momento ímpar. Ao compartilharem as experiências espirituais ao se encontrarem nos hotéis ou nos lugares para receber ministração, não havia dúvidas de que a glória de Deus havia visitado cada peregrino. Emocionados, todos queriam falar do que havia acontecido quando entravam pelas portas de Jerusalém.

Este ano, os peregrinos se encontraram pela primeira vez no Monte Moriá e não no Monte Scopus, como ocorre todo ano. Outra novidade foi a convocação do Apóstolo Renê para que alguns Apóstolos ministrassem antes dele. Finalizando a programação da manhã, o Apóstolo Renê ressaltou que ali era lugar de entrega, mas enfatizou que Abraão não chegou a sacrificar Isaque. Portanto, deveríamos ter cuidado com algumas colocações como afirmar que estamos entregando Isaque, pois não é isso que Deus quer de nós.

A Caravana Terra Nova Group visitou diversos lugares, onde cada peregrino pôde ter o seu tempo com Deus e uma experiência marcante, dos quais podemos citar: o Batismo no Jordão, Galiléia – lugar de tantos milagres realizados por Jesus; Monte das Bem-Aventuranças; o Deserto de Ein Gedi, onde inúmeras nações se encontram para cumprir Zacarias 14 e celebrar a Festa dos Tabernáculos.

Mas a Marcha foi um momento que, com certeza, marcou os peregrinos. Houve uma grande celebração nas ruas de Jerusalém que misturou povos, raças e nações. Todos, movidos por grande alegria, marcharam profetizando paz e trazendo alegria a Israel. Em meio à caminhada profética, uma leve chuva caiu. Deus cumpria a promessa de Zacarias 14 que derramaria chuva sobre as famílias que subissem à Festa dos Tabernáculos. Nesse momento, dos altos de uma casa, um judeu chorava e gritava palavras de agradecimento ao povo brasileiro e demais nações. Não importava quem era a maior delegação, o que importava eram os decretos proféticos emitidos e que podiam ser ouvidos pelos que estavam nas ruas, nas sacadas dos prédios, nas lajes das casas, nas lojas abertas... Era notório que havia um ‘obrigado’ no ar por tanta demonstração de amor por Israel.



Na primeira noite da Festa, a convidada especial foi Ana Paula Valadão Bessa, representando o Brasil, o que foi uma grande honra para nós. Paul Willbur, também, marcou presença e gravou seu mais novo CD e DVD, ao vivo, nos céus de Yerushalaim. Já no BHU, como é de praxe, o Brasil, na pessoa do Apóstolo Renê Terra Nova, foi honrado. Inclusive, ele foi o único orador a ter dois momentos de ministração: noite e manhã. Ali ele liberou várias palavras proféticas de mudança para Sião e as nações.

Em meio a tudo isso, neste ano, algo inédito aconteceu. O Apóstolo Renê Terra Nova resolveu reproduzir o mesmo evento que ocorre no Brasil desde 2000. Ele disse: “Assim como fizemos de Porto Seguro, a Jerusalém do Brasil, faremos de Jerusalém, Porto Seguro das Nações.” E foi o que aconteceu. Durante 4 manhãs, no Centro de Convenções, foi celebrado Jerusalém, Porto Seguro das Nações. Os brasileiros celebravam cada ato profético, coordenado pelo Apóstolo Marcel Alexandre e equipe, que conseguiram traduzir cada tema com o dom que Deus tem dado a eles. Os Pastores Gilmar e Ana Márcia Brito e os bailarinos do Brasil deram sua contribuição especial para que o evento fosse completo.

Foram não apenas noites, mas também manhãs muito especiais, onde todos puderam contemplar a glória de Deus. Com certeza, todos os que participaram de todas as programações voltaram para suas casas acrescidos de fé, manifestação do poder de Deus e animados em palavras proféticas. Foi inesquecível!

Esta foi a terceira Caravana que o Apóstolo Renê Terra Nova levou a Jerusalém somente este ano, cumprindo uma aliança que ele fez com Deus de que ascenderá a Sião em todas as festas principais. Para fechar o ano com chave de ouro, só falta Chanukah. Ou seja, você ainda pode ir à Terra Santa com o Terra Nova em 2009.



Certo é que todos os que ascenderam a Jerusalém na Festa dos Tabernáculos voltaram cheios de sementes e gratos a Deus pelos presentes recebidos, como a emoção transmitida durante a Marcha e a chuva recebida.

Trouxemos de Sião muitas palavras, dentre elas a de que somos embaixadores. Mas sabemos que trouxemos muito mais que palavras. Cada peregrino pode trazer de Sião a imagem certa e não a que a mídia insiste em propagar. Esta Caravana volta com uma missão: proclamar nos céus do Brasil e por onde for o mesmo que Josué e Calebe proclamaram. Porque a verdade sobre a terra é: a terra é boa e mana leite e mel.

Para Jerusalém, somos muito importantes, não porque compramos ou ocupamos os hotéis, mas porque semeamos na vida de todos os moradores de Israel e retribuímos o carinho de um povo que pode até viver em guerras, mas é um povo que tem nos lábios a paz, shalom.



Com flâmulas, bandeiras e espírito elevado, os participantes da Marcha de Jerusalém têm uma entusiasmada e pacífica experiência.

Abe Selig e Rebecca Anna Stoil
Tradução: Pra. Vera Caminha

A anual Marcha de Jerusalém aconteceu terça-feira sem incidente algum. Aproximadamente 2000 oficiais da policia foram estrategicamente colocados para proteger os 70.000 participantes através da capital. As ruas ao longo do trajeto da marcha, incluindo Bezalel, Rei George e Agron, foram fechadas ao trafego.

O prefeito de Jerusalem Nir Brakat falou na marcha, dando as boas vindas a tantos convidados estrangeiros. Ele expressou esperança que “provocações” na cidade deveriam ser lançadas fora, afirmando que a violência na Cidade Santa não “era do interesse de Israel ou dos Palestinos”.

Ao longo do percurso, participantes foram agraciados com explicações dadas pelos guias posicionados nos locais históricos. Até uma breve chuva de outono antecipada, que começou a cair durante umas duas horas no percurso, não diminuiu seu espírito.

Os moradores de Jerusalém se posicionaram ao longo das ruas para aplaudir os funcionários de Rafael, Industrias Aeroespaciais de Israel e El Al cantando musicas folclóricas e tocando tamborins, mas mostraram a sua maior apreciação vocal para os milhares de cristãos evangélicos que compareceram maciçamente em Israel para a Festa de Tabernáculo e que estavam marchando para mostrar o seu apoio ao Estado Judeu.

Além dos representantes de toda a Europa e de países da America do Norte e do Sul, entre os participantes este ano incluíram-se um participante do Nepal, uma delegação de Papua Nova Guiné, e um grupo maior da Indonésia, o maior Estado islâmico do mundo.

O escocês de nascimento Barclay Stevenson, que já mora na Noruega desde que conheceu sua esposa há 40 anos atrás, teve dificuldade de lembrar se era a terceira ou quarta vez que participava da marcha, mas tinha certeza que o seu comprometimento era importante.

Stevenson, que disse que acredita que o primeiro ministro Binyamin Netanyahu está “fazendo um bom trabalho em um dos piores trabalhos que existem no mundo”, disse que vê a situação em Israel como uma disputa entre Judaísmo e o Islã, com ambos os lados reivindicando propriedade por justificação histórica _ mas a bíblia prova que os Judeus estão certos.

Ele observou que a visão pró-Israel não é bem difundida na Noruega, fora da comunidade evangélica.

“Pessoas no meu trabalho não compreendem meu ponto de vista” ele disse.” A mídia na Noruega é pro-palestina, e as notícias moldam a percepção do público. Sempre mostram matérias com o sofrimento das crianças palestinas, mas praticamente nada sobre os Israelitas”.

Beto Cortez, um residente de 30 anos de idade de São Paulo que participou da marcha como parte da delegação brasileira de centenas de pessoas, disse que em seu país também,a mídia molda uma impressão de Israel bem diferente do que ele descobriu durante a sua visita.” Esta é a minha primeira vez em Israel e eu fui muito tocado” ele disse. “Na cidade onde eu moro, a maioria das pessoas não são politizadas nem espiritualizadas. As pessoas apreendem o que ele escutam e vêem na mídia dita imparcial, que transmite a idéia que Israel é agressivo, e que tenta atacar e conquistar territórios.

“Aqui eu aprendi que este não é o caso – e que Israel está agindo assim para se defender. Cortez diz que quando retornar a São Paulo, ele pretende trabalhar duro para ajudar a mudar a percepção das pessoas a respeito de Israel.

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