“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu ordenei a vocês.” (Mateus 28:19,20)

O discipulado é um presente dos Céus. E, para ser vivido na sua plenitude, precisa seguir alguns princípios simples e fundamentais como os que vimos nos estudos anteriores. Na parte final deste estudo, vamos aprender um pouco mais.

A recompensa do trabalho na alma

A recompensa para os que trabalham para Deus, para o Reino e para o Trono é diferente da recompensa do trabalho da alma, da força do braço. O trabalho realizado pela alma busca regalias, busca o seu próprio interesse. Como filhos de Deus, é necessário que estejamos atentos para o trabalho que estamos desenvolvendo.

Será que podemos, como filhos de Deus, ter um tipo de trabalho envolvido com as trevas? Sim, quando deixamos que a alma se envolva muito mais que o espírito. Podemos, muitas vezes, trabalhar debaixo de uma recompensa errada. Por exemplo: quantos líderes trabalhariam com mais agilidade se ouvissem que até o final do ano, conseguindo 200 células, ganhariam um carro zero? Esse é um trabalho que busca recompensa para a alma, com a motivação errada. Trabalham por um estímulo errado, pelo estímulo que a alma requer, são escravos da alma.

O trabalho da alma leva para as trevas e o trabalho do espírito leva à luz. As pessoas que trabalham pela alma não descansam, não têm paz, não têm alegria. Observe como o homem pensou que usufruiria o trabalho que havia realizado durante anos, mas não foi o que aconteceu. Haveria uma reivindicação da sua alma.

Cuidado com o trabalho do homem louco. Precisamos realizar um trabalho de forma sábia, ter uma motivação que nos dê uma alegria diferenciada: A alegria dos filhos de Deus. No ministério, quem trabalha pela motivação errada, frustra-se e não alcança êxito. Há pessoas que colocam apenas a alma no que estão fazendo e trabalham apenas por estímulos, ou seja, pelos estímulos da alma.

A recompensa do trabalho no espírito

Em Deus, não há trevas, e como Seus filhos, não devemos trabalhar pelo salário errado, o salário da alma, pois somente o trabalho do espírito nos leva à luz. As pessoas que trabalham pela alma não têm alegria, não há gozo em suas vidas, porque há uma reivindicação do trabalho, ou seja, estão investindo as suas forças de forma equivocada. O trabalho do espírito nos leva à luz, ao entendimento aberto. O trabalho no espírito traz salvação, alegria, amor, o fruto do espírito.

Fazendo tudo para a glória de Deus

Para tudo há uma recompensa mediante o investimento das nossas forças. Portanto, não devemos perder tempo com projetos fúteis, que não trazem resultados. Nosso trabalho e nossas forças precisam estar concentrados em Deus, precisamos ser guiados por Ele. Não devemos fazer o trabalho do louco.

No momento, onde você está concentrando as suas forças? Nos três níveis que estudamos, para quem você está concentrando as suas forças? Qual tem sido a recompensa do seu trabalho? Qual tem sido a somatória do seu coração?

Todo o seu trabalho deve ter o peso da glória de Deus, pois toda pessoa sábia trabalha por resultados, sabendo para quem trabalha e fazendo isso de forma organizada. “E tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como ao Senhor, e não aos homens...” . (Colossenses 3:23)

Faça tudo para a glória de Deus. “Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente” (Romanos 11:36). Trabalhe na certeza de que, quando o trabalho é realizado para Deus, ele não é em vão (I Coríntios 15:58).

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Plano de Leitura Bíblica

20 Mai
Josué 5 e 6
Isaías 10
II Tessalonicenses 1
II Tessalonicenses 2
21 Mai
Josué 7
Isaías 11
II Tessalonicenses 3
22 Mai
Josué 8
Isaías 12
I Timóteo 1 a 3
23 Mai
Josué 9
Isaías 13
I Timóteo 4 e 5
24 Mai
Josué 10
Isaías 14
I Timóteo 6
25 Mai
Josué 11
Isaías 15
II Timóteo 1
26 Mai
Josué 12
Isaías 16
II Timóteo 2