A promessa feita a Abraão foi a grande tônica do segundo Ato Profético, através de uma visão panorâmica da jornada do povo escolhido de Yahweh, desde o pai da fé até os dias de hoje. O ato expressou o cumprimento dessa promessa que alcançou a Igreja não somente na esfera particular, mas também como Nação.

Durante a encenação foi relembrada a trágica história do nazismo com os judeus e a conquista do Reconhecimento diplomático do Estado de Israel, estabelecido pela Declaração de Independência do Estado de Israel em 14 de maio de 1948, pela Organização das Nações Unidas (ONU). 

O ato encerrou enfatizando a atual conjuntura política e social do Brasil com o Estado de Israel, com a visita do presidente da República, Jair Bolsonaro, ao País. "As nações irmãs estão unidas e vão viver dias de glórias", declarou o Apóstolo Renê Terra Nova.

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