A Honra sopra, a geografia é restaurada, e um novo fôlego toma o Brasil e o Mundo.

A primeira noite do Congresso de Honra foi inspiradora, confrontadora, o Espírito Santo chamou a Igreja para um posicionamento. A fusão do Congresso de Honra com o Congresso da Visão foi uma intenção de Deus para enxertar a Honra na geografia a partir da Visão. O momento foi ímpar, singular, libertador. O Congresso vai além de um cumprimento anual da agenda. Promove um mover, uma dinâmica espiritual, um pneuma – um fôlego alcança não só os Estados, mas cada país representado. O fôlego da Honra.

O Útero da Nação gera o Brasil, o “Pulmão” da nação permite que uma Nação nascida respire pelo fôlego do Espírito. Nada mais profético que o Pulmão do Mundo, seja a sede do Congresso de Honra para oxigenar cada líder, para tomar a geografia pela honra. A proposta de Deus para a noite de abertura foi exortar cada líder a perder o controle para o Espírito Santo. A maior oferta desta noite não foi monetária, foi a oferta do controle da própria vida.

O Apóstolo Renê é enfático quando afirma que o primeiro motivo do Congresso é honrar a Deus, se a motivação não for essa a Igreja está equivocada. O Congresso é um tributo ao Espírito Santo. Segundo lugar, o Congresso honra ao sacerdote, o líder. Para o líder, o Congresso honra a Visão, que mudou o estilo de viver e deu à Igreja uma linguagem poderosa. A Visão entregou um código de acesso – honra.

A honra é a semente do acesso, a Visão é a visão do acesso. A honra acessa a Deus, aos pais e à família. Acessa territórios conhecidos e desconhecidos. A honra descortina territórios e a conquista é consequência.

A honra restaura o caráter, promove o Reino, remove tronos e estabelece o Trono!

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